*Por Célio Gomes
"Definitivamente, que a missão da escrita não é um
sorvetinho!"
Mesmo que tenha vivido uma infância muito difícil, não posso
negar que acreditava por demais no meu Anjo da Guarda! A crença de um
“pequetito” é alguma coisa de mágico, e era o que me dava forças para superar
meus próprios limites...
Cresci e hoje perscruto o meu passado a procura daquele fedelho forte e
determinado... “Ele é parte de mim, ou melhor, eu sou ele, só que com algumas
diferenças:"
Não sei mais perdoar com tanta facilidade, e às vezes sou escravo dos
meus próprios temores.
Não posso negar que me tornei um pouco amargo, depois que passei a
conviver com gente que “massacra a ética, magoa, desafia e confunde o
entendimento de quem ainda acredita na boa fé do Ser Humano."
O que me consola e dá forças, além da Família, são as pessoas boas, que
estão se tornando tão raras, mas ainda existem como contrapeso da energia ruim,
que vem do “lote das carcaças humanas”, promotoras do mal.
E creiam: “Finalmente, meu Anjo da Guarda tem dado ares da sua
Graça”. Por isso, rezo muito para quem se faz meu desafeto... (?).
Só tenho a agradecer a Deus pelas tantas Primaveras Vividas que já me
proporcionou, e considero estar no estado de “prorrogação”, na qual quaisquer
segundos, minutos, dias meses ou alguns aninhos a mais vão bem além do que
mereço!
“O que escrevo aqui neste espaço, (e que chega a milhões de
leitores) assino e assumo!" Não tenho e nunca tive medo de cara feia, de
gritos e de quaisquer modalidades de histeria que seja. Ademais,
não estou mais na idade de tremer diante de nenhum ignorante prepotente...

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